Item sugere que tais profissionais ganham salário sem trabalhar. Uma questão de prova do concurso para ingresso na Câmara de Vereadores de Linhares, no Espírito Santo, despertou a indignação dos candidatos. Uma das alternativas criticou quem trabalha em gabinetes, sendo que essa é uma das funções que é oferecida na seleção em questão. O exame foi realizado no dia 12 de junho e a questão polêmica estava presente na prova para o cargo de agente de imprensa e comunicação social.
O trecho da questão de número 2 foi de interpretação de texto e dizia: “o autor faz uma crítica social através da qual pretende mostrar que os ‘profissionais da dor’ são honestos ao contrário dos funcionários de gabinete, que ganham sem trabalhar”. O gabarito já foi divulgado e a alternativa foi considerada correta.
Além do cargo na área de jornalismo, a seleção oferece 30 vagas para os cargos de zelador, agente legislativo, almoxarife, assistente de recursos humanos, assistente financeiro, protocolista, recepcionais e telefonista. Dos 4.233 inscritos no concurso, 164 concorreram às duas vagas de agente de imprensa e comunicação social, que tem salário de R$ 2.953,54.
A Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt (Funcab), banca organizadora do concurso, não se pronunciou até o fechamento da matéria.
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